Meteorología aplicada a la aviación: PIREP y análisis de condiciones atmosféricas

Documento sobre meteorología aplicada a la aviación, explicando los reportes meteorológicos para pilotos (PIREP) y el análisis de condiciones atmosféricas durante el vuelo. El Pdf aborda conceptos clave como la tropopausa y el jetstream, junto con procedimientos para turbulencias y condiciones adversas, útil para formación profesional.

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Zoom 100%

Moderada

V Extrema

  • Altura de la tropopausa: FL450. Debajo de la tropopausa se encuentra toda la meteorología. A partir de esta delgada capa de la atmosfera se pude encontrar aire muy estable e inversiones de temperatura.
  • Altura máxima o mínima de la tropopausa: La altura mínima de la tropopausa en esa área es de FL300.
  • Jetstream: Se consideran jetstream a las corrientes de aire con las de 50 nudos de velocidad. Sobre la fecha alargada se encuentran las indicadores de velocidad tal como se explicó en las cartas Wind Aloft. . Cambios en mas de 20 nudos en la velocidad del jetstream.

Pilot Weather Report (PIREP)

Este es tal vez uno de los reportes con mayor validez ya que no es un pronostico sino una observación directa de otras tripulaciones sobre un fenómeno especifico que se encuentra ocurriendo en el momento, por tanto, es un elemento importante para la toma de decisiones. Es resposabilidad de todas las tripulaciones generar PIREPS para notificar a las demas acerca de condiciones meteorologicas adversas o de interes. Reportes tipicos de PIREPS son niveles con turbulencia, condiciones de engelamiento, erupciones volcanicas y Winds shears. Las tripulaciones están obligadas a generar PIREPS cuando se encuentren alguna situación que puede afectar a los demás. Condiciones meteorológicas adversas son un punto de notificación obligatorio dentro de la regulación.

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Zoom 100% Aunque estos reportes son mas comunes en ruta, es posible tambien encontrar PIREPS para notificar condiciones en las cercanias de los aeropuertos.

Composición de un PIREP

Un PIREP esta compuesto de lo siguiente:

  • Tipo de PIREP: Urgente (UUA) o Rutinario (UA). Ubicación del fenomeno.
  • Hora. Nivel de vuelo. Tipo de aeronave que reporta.
  • Condicion a reportar.

Cuando se desea generar un PIREP es importante que se dé la informacion al ATC de manera clara, concisa y completa.

Ejemplo de reporte PIREP

"Bogotá Control, Aerorepública 123, 20 millas radial 230 VOR de MNZ, nivel de vuelo 360, Embraer190, reporta condiciones de hielo moderado." Es posible que tanto ni la hora como la ubicación sean necesario reportarla si se encuentra en una zona de contacto radar.

Meteorología Aplicada a la Línea Aérea

En todas sus fases, un vuelo requiere un de análisis detallado de la meteorología, sin embargo cada fase tiene aspectos especiales que son significativos para cada momento del vuelo. Así, durante el despegue y el aterrizaje factores como la visibilidad y el techo se vuelven mas criticos mientras que durante el crucero los análisis se concentran en temas de turbulencia y vientos.

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Análisis Meteorológico para el Despegue

Tomar la decisión de despegar o no dependerá de muchos factores donde la meterologia abarca la gran mayoria de ellos. Para determinar si la meteorología permite despegar, hay 3 elementos que deben cumplir las condiciones mínimas y el más restrictivo de los tres será el valor que definirá la decisión (la triple A): airport, aircrew, aircraft.

AIRPORT: ¿ las restricciones del aeropuerto permiten despegar?

AIRCREW: ¿ las restricciones de la tripulación permiten despegar?

AIRCRAFT: ¿ las restricciones del avión permiten despegar?

AIRPORT

Existen condiciones estandar mínimas de despegue que aplican para todos los aeropuertos:

  • Aeronaves con dos motores: 1 milla de visibilidad (1600 metros).
  • Aeronaves con tres motores o mas: 1/2 mila de visibilidad (800 metros).

Sin embargo, es posible que cada aeropuerto tenga mínimos de despegue inferiores al estandar dependiendo de las instalaciones con las que se cuente, como, luces y marcas de pista, los cuales se encontrarán publicados en el AIP de cada aeropuerto. Por ejemplo, para el aeropuerto Eldorado se tienen los siguientes mínimos de despegue para las pistas 13L/31R

PISTA 13L / 31R

MOTOR HIRL & RCLL & RCLM & BARRAS DE PARADA o LUCES DE PROTECCION DE PISTA HIRL & RCLL & RCLM & BARRAS DE PARADA o LUCES DE PROTECCION DE PISTA REDL & RCLL o RCLM ESTANDAR 1 3000 m de Visibilidad y 570 FT de Techo de Nubes 2 N.A. N.A. 550 m 1600 m 30 4 N.A. N.A. 550 m 800 m

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De esta manera si se pretende despegar una aeronave de dos motores de Bogotá por la pista 13L y se cuenta con por lo menos las luces de borde de pista (REDL) y las luces de centro de pista (RCLL) o las marcas de centro de pista (RCLM), se podría despegar con una visibilidad mínima de 550m, la cuales es inferior a la estándar (1600 m).

AIRCREW

Las tripulaciones también tienen restricciones de visibilidad para llevar a cabo un despegue los cuales dependen del entrenamiento y la certificación que tenga la compañía con la entidad aeronáutica del país. Normalmente las certificaciones podrían darse en cuatro niveles diferentes:

NIVEL

VISIBILIDAD

REQUERIMIENTOS

Standard 5000 ft RVR - 1 sm 1 1600 ft RVR (500M) CL, o RCLM, o HIRL, y TDZ RVR. Se puede usar el MID RVR si el TDZ RVR está inop. 2 1200 ft RVR (350m) CL, RCLM y HIRL y TDZ RVR. Se puede usar el MID RVR si el TDZ RVR está inop. 3 600 ft RVR (175m) CL, RCLM y HIRL. TDZ, MID y ROLLOUT RVR son requeridos. Esto quiere decir que, por ejemplo, si la compañía está autorizada para nivel 2 de despegue, se podría despegar con mínimo 350 metros de visibilidad siempre y cuando se tengan disponibles luces de centro de pista (CL) o marcas de centro de pista (RCLM) o luces de pista de alta intensidad y los transmisometros RVR

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del touch down zone debe estar operando, si no, puede ser reemplazado por los transmisometros RVR de la mitad de la pista.

AIRCRAFT

Las capacidades de la aeronave y su certificación también limitan las condiciones meteorológicas para el despegue teniendo en cuenta los diferentes equipos instalados en las aeronaves y con qué certificaciones el fabricante las ponga al servicio de las compañías. Es importante tener en cuenta que, aunque una aeronave se encuentre certificada para un nivel especifico de despegue, un equipo diferido (MEL) podría restringir los mínimos de visibilidad para despegar.

EJEMPLO 1

Vuelo SKBO - SKCL. Bogotá reporta 400 metros de visibilidad.

  • Airport: El aeropuerto posee mínimos de despegue inferiores al estándar. En el AIP de Bogotá indica que por la pista 13R se puede despegar con 350 metros y la pista cumple con todas las condiciones de luces.
  • Aircrew: La compañía y la tripulación se encuentran aprobadas para despegues nivel 1 (500 metros).

Aircraft: La aeronave cumple con los requisitos y certificaciones para despegues nivel 3 (175 metros). CONCLUSIÓN: EL DESPEGUE NO ES POSIBLE. AUNQUE LA AERONAVE PERMITE DESPEGAR CON 175 METROS Y EL AEROPUERTO CON 350 METROS, LA TRIPUACIÓN REQUIERE MÍNIMO 500 METROS Y LAS CONDICIONES ACTUALES REPORTAN 400 METROS.

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EJEMPLO 2

Vuelo SKRG - SKBQ. Rionegro reporta 900 metros de visibilidad. NOTAM: RL RWY01 U/S.

  • Airport: El aeropuerto posee mínimos de despegue inferiores al estándar. En el AIP de Rionegro indica que por la pista 01 se puede despegar con 800 metros si se cuenta con luces de pista y marcas de centro de pista. Sin embargo, se tiene un NOTAM que indica que las luces de pista esta fuera de servicio, por lo cual se deben usar los mínimos de despegue estándar de 1600 metros.
  • Aircrew: La compañía y la tripulación se encuentran aprobadas para despegues nivel 2 (350 metros).
  • Aircraft: La aeronave cumple con los requisitos y certificaciones para despegues nivel 2 (350 metros).

CONCLUSIÓN: EL DESPEGUE NO ES POSIBLE. AUNQUE TANTO LA TRIPULACIÓN COMO LA AERONAVE CUMPLEN CON LA VISIBILIDAD, EL AEROPUERTO SE ENCUENTRA RESTRINGIDO DEBIDO A QUE NO SE CUENTA CON LAS LUCES DE PISTA, POR LO CUAL SE NECESITAN 1600 M.

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Análisis Meteorológico para Alternos

Para definir cualquier tipo de alterno, la regulación exige que estos cumplan con los siguientes mínimos meteorológicos 1 hora antes y 1 hora después de la hora estimada de llegada, debe estar reportando mínimo:

  • 600ft de techo y 2 millas de visibilidad (3200 metros) si el aeropuerto cuenta con una aproximación de precisión.
  • 800ft de techo y 2 millas de visibilidad (3200 metros) si el aeropuerto cuenta con aproximación de no precisión.
  • 400ft de techo y 1 milla de visibilidad (1600 metros) si el aeropuerto cuenta con dos pistas con aproximaciones de precisión.
  • Descender y aterrizar en condiciones visuales desde el MEA si el aeropuerto no cuenta con aproximaciones por instrumentos.

Alterno Post Despegue

Siempre que se pretenda despegar de un aeropuerto con condiciones meteorológicas que impidan un regreso inmediato se debe especificar un aeropuerto alterno post despegue al que se recurría en caso de una emergencia. Por ejemplo, si se realiza un vuelo Rionegro - Aruba y las condiciones meteorológicas en Rionegro reportan 500 metros de visibilidad, el aeropuerto permite el despegue, sin embargo, la aproximación necesita de por lo menos 800 metros de visibilidad, por lo cual es posible despegar, pero no aterrizar. Cuando esto ocurre se dice que el aeropuerto está operando solo para despegues y en este caso (en la planeación) se MASTER CAUTION PUSH TO RESET debe definir un alterno post despegue que cumpla con las condiciones descritas en la carta de aproximación o aquellas descritas y autorizadas a través de las OSPECS. Un alterno con pista de precisión debe cumplir con 600 ft de techo y 3200 metros de visibilidad.

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Alterno en Ruta

Una vez en ruta, es importante tener aeropuertos que se puedan usar en caso de una contingencia. Para explicar el análisis meteorológico de alternos en ruta se usará el siguiente ejemplo. La tripulación de un vuelo entre Bogotá y Panamá en el que un pasajero presenta una condición de salud delicada analiza la meteorología de Rionegro (aeropuerto cercano en la ruta) para DECIDIR si lo puede considerar como alterno y para ello utiliza las condiciones meteorológicas del alterno. Una vez TOMADA LA DECISIÓN Y PROCEDIENDO HACIA EL ALTERNO, las condiciones meteorológicas mínimas serán las de la carta de aproximación que se pretenda usar. De manera que, para tomar la decisión de considerar Rionegro como alterno las condiciones deben reportar mínimo 600ft de techo y 3200 metros de visibilidad. Si una vez dirigiéndose a Rionegro, las condiciones empeoran hasta las descritas en la carta de aproximación, la tripulación puede aún continuar hasta dicho aeropuerto.

Alterno de Destino

El alterno del destino que se seleccione en el plan de vuelo debe cumplir las condiciones de cualquier alterno. En el plan de vuelo se debe tener al menos un alterno, donde la aeronave procederá si no le es posible aterrizar en el destino. Si embargo, se exige que se especifique dos alternos en el plan de vuelo cuando las condiciones meteorológicas a la hora prevista de llegada al destino esten por debajo de los mínimos del aeropuerto o cuando no hay información meteorológica disponible para dicho aeropuerto. Sin embargo, es importante conocer la OSPECS de cada empresa, ya que estas pueden

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